quinta-feira, 25 de março de 2010

Ariane é o novo amor de Jorge

De acordo com o pensamento de Jorge (Mateus Solano), Miguel (Mateus Solano), sempre fez mais sucesso com as mulheres. Mas o arquiteto, se já esteve em baixa um dia, agora está com a bola toda .Como se não bastasse ser desejado por Myrna (Aline Fanju), Paixão (Priscila Sol) e Suzana (Carolina Chalita), Jorge também cai nas graças de ariane (Christine Fernandes). A médica começa a enxergá-lo com outros olhos ao encontrá-lo casualmente em um concerto musical. Jorge, que está acompanhandopor paixão, também se impressiona com a beleza da médica. Pouco tempo depois marcam de sair juntos. Dessa vez, eles percebem que estão muito atraídos um pelo outro. Com isso, Ariane se torna a quarta pretendente do Jorge.

Tereza fica dividida entre Marcos e Jean

Quando tereza (Lilia Cabral) estava
sozinha, Marcos (José Mayer) não tinha
olhos para a ex-mulher. Mas o empresário
muda de postura no momento em que percebe
que ela está se envolvendo para valer com Jean
(Jean Pierre Noher).louco de ciúmes,o ricaço
usa todo o seu poder de sedução para impedir
que Tereza assuma um compromisso sério com o
francês. Ele faz de tudo para levar a ex-modelo para a cama. E o pior é
que Tereza fica dividida entre a esperança de retomar o casamento e a
de viver uma nova história de amor.

Dora conta para Marcos a traiçao de Helena

AMIGA DA COBRA!
(Taís Araújo) que o diga. ela fica chocada quando entra  no quarto de hóspedes onde Dora (Giovana Antonelli) está e ouve uma conversa dela com marcos (José Mayer). Sem saber que a top model está escutando tudo, os dois falam de Búzios, da transa na casa amarela  e dos muitos amores que tiveram por la.Como não tem sangue de barata , Helena dá uma bofetada em Marcos e xinga Dora. Só que a garçonete ,embora tente se fazer de vítima, muda de tática quando se toca que não terá o perdão de Helena . Ela, então, se volta contra a top model e conta para Marcos que ele foi traído pela ex-mulher. Dora revela  que Rafaela (Klara Castanho) a viu beijar Bruno (Thiago Lacerda) na festa da vila. Machista como ele só, Marcos fica com ódio mortal da modelo. E a fúria do empresário aumenta aida mais quando ele descobre que Helena está namorando o filho dele. O ricaço,então,jura que vai destruir a felicidade do casal.                                                                                                            
Separação por si só é uma coisa difícil
de encarar.Só que descobrir que houve

traição e que a traição aconteceu embaixo
do seu próprio nariz é demais para a beleza
de qualquer mortal. Helena















quinta-feira, 4 de março de 2010

Surgimento ea Evolução da Escrita

Alfabeto Pictográfico


Aproximadamente ao ano 4.000 a.C. na Mesopotâmia, surge o primeiro alfabeto a que temos conhecimento; através de desenhos simplificados “pictogramas” expressavam suas realidades.



Escrita Cuneiforme

Entre 3250 e 1950 a.C. através dos sumérios surge a escrita cuneiforme; gravavam figuras sobre tábuas de argila utilizando-se de estilete. Grandes movimentos políticos e religiosos. Templos Politeístas. Os sumérios foram dominados pelos acadianos por volta de 2300 a.C. Em 2050 recuperam sua autonomia. Contudo, novamente perdem a soberania para o povo semita do norte “amoritas”. Parte é conquistada por povos originários da Pérsia “elamitas”.



Escrita Hieroglífica

Com as cidades-estados, ao longo do rio Nilo, habitadas por tribos nômades, têm início a civilização egípcia. Isto, próximo aos anos 3.200 a.C. – Povo politeísta. Acreditam no retorno da energia vital após a morte. Dessa forma, desenvolvem o processo de mumificação de corpos. Contudo, privilegiam os faraós “líderes vitalícios” e seus familiares. Gozavam do direito á mumificação também, alguns líderes prestigiados pelo faraó. Com ideogramas figurativos dão início a escrita hieroglífica. Os persas os dominam em 525 a.C, pondo fim a independência egípicia. Em 30 a.C. passa a integrar o Império Romano, antes porém, por volta de 322 a.C. integrara o império Macedônio.



Origem do Alfabeto Latino

O alfabeto latino se origina de uma versão de um sistema de escrita modificado pelos gregos, anteriormente criado pelos fenícios; - povo semita de origem da costa norte do mar Vermelho –atual Líbano. Utilizam a mesma forma egípicia de organização em cidades-estados, porém, com a evolução de “independentes” entre si, sob administração geral de um único Rei. Este, indicado pelas famílias poderosas. Algumas destas cidades-estados foram: Ugarit, Biblos, Sídon e Tiro. Os fenícios adotavam vários Deuses, politeístas; utilizavam-se de cultos com sacrifícios humanos. Dão início às primeiras navegações, colonizando a costa mediterrânea. A hegemonia fenícia é detida quando de sua conquista pelos romanos. Tudo isto, entre 3000 e 146 a.C.



Escrita Pictográfica em Placas de Argila

Entre 2600 e 1450 os cretenses, descendentes de povos arianos, utilizam-se de dois tipos de escrita pictográfica em placas de argila. Dedicam-se ainda à cerâmica, esportes e à dança. Vários são os seus deuses, inclusive humanos.



Literatura, Filosofia, Dramaturgia e Poesia

Foram desenvolvidos pólos gregos em filosofia, dramaturgia e poesia, ao lado da sistematização da história, artes plásticas, arquitetura e narrativas mitológicas como a Teogonia, principal fonte de origem sobre deuses. Ainda, com o surgimento das cidades-estados (polis) – cidades politicamente ativas no século VIII a.C. é organizada a primeira Olimpíada na cidade de Olímpia. Das cidades políticas gregas, destacaram-se: Atenas “democrática e comercial” e Esparta “oligárquica e agrícola”. Utilizavam-se de mão de obra escrava em todos os setores da economia, sustentada sobretudo pelo comércio marítimo. Os principais cultivos eram: oliveiras, videiras e trigo. Nessa mesma época, 2000 a.C. - chegam a Canaã “Palestina” – Terra Prometida por Deus, os judeus, liderados por Abraão, dando-se início a civilização hebraica, criando a primeira religião monoteísta “judaísmo”. São os precursores da Literatura, através da Bíblia e do Talmude.



Geometria, Gravuras e Edificações

Arianos em 1750 a.C. invadem o norte da Índia e dominam os dravidianos, originando a civilização hindu. Usam formas geométricas em gravuras, cerâmica e edificações. Reproduzem animais e motivos religiosos nas cerâmicas. Politeístas. Os sacerdotes ditam a ordem e pregam a castidade como forma de pureza. O Hinduísmo, fundamentado nos Vedas “textos sagrados”, ao lado do Budismo, que passou a influenciar na religião a partir do século VI a.C. dividem as buscas religiosas. Utilizam-se do comércio fluvial, metalurgia e têm agricultura avançada.



Transcrição de Obras Literárias e o Mais Antigo Conjunto de Leis Penais

O Rei amorita Hamurabi da Macedônia, adota a restauração de templos e transcrição de obras históricas literárias mesopotâmicas para o acadiano.O reino mesopotâmico se estende da Suméria até o golfo Pérsico. Babel é instituída capital do estado centralizado despótico e hereditário. Babel se transforma no maior centro comercial e econômico da Mesopotâmia. Surge o Código de Hamurabi, mais antigo conjunto de leis penais da história. O fim do império chega com a destruição de Babel pelos hititas. Isto, entre 1728 e 1513 a.C.



Escrita Hieroglífica e Cuneiforme

Hititas, originários do Cáucaso, criam o reino de “Capadócia” – atual Turquia. Diversos são os seus deuses; - politeístas, cultuam divindades da natureza. Os hititas criam e estabelecem uma escrita hieroglífica e outra cuneiforme. São dominados pelos gregos “equeus” - após expandirem pela Síria, Babilônia e Egito.



Escrita com Ideogramas e Invenção do Papel

É conhecido o primeiro Reino Dinástico Chinês. O Rei é tido como pai de todos os súditos. Isto, por volta de 1600 a.C. Os súditos, buscando maior autonomia administrativa e sobrevivência, através de guerras civis, dividem o reino em mil e quinhentos principados. Aos chineses devemos os avanços em agricultura, metalurgia de cobre e bronze, o comércio e a fabricação de seda, tecidos e cerâmica. Também, são os inventores da pólvora, papel e bússola. Desenvolvem ainda, os sistemas monetários e de pesos e medidas. Sua literatura é rica e utilizam-se de uma escrita com ideogramas. Cafúcio “Kung Fu-tseo” e Lao-tsé têm suas filosofias transformadas em religiões no século VI a.C. O budismo foi difundido no século I a.C.



Escrita Pictográfica

A civilização olmeca “1300 a.C.” tem ascensão no golfo do México. Seu domínio alcança o litoral do Pacífico, El Salvador e Costa Rica. Centros cerimoniais como o de San Lorenzo e o de La Venta, marcam sua arquitetura. Esculpem em pedra a imagem de seus líderes. Adotam a escrita Pictográfica. Os maias e os astecas, civilizações dos séculos seguintes, herdam as bases culturais dos olmecas.



Origem do Caráter Metafísico da Escrita

Os hebreus ao deixarem o Egito, guiados por Moisés “Êxodo” – alcançam o Monte Sinai onde Moisés recebe metafisicamente, os Dez Mandamentos. Encontramos na crença judaidca, a citação que Deus gravara com fogo sua Leis em pedras, entregando à Moisés a missão de difusão e acatamento entre a humanidade. Aproximadamente em 1250 a.C.



Narração Poética

Encontramos no poeta grego Homero, a narração da guerra travada entre gregos e troianos, no episódio conhecido como “Guerra de Tróia”. Esta guerra teve origem nos altos impostos cobrados pelos troianos para a passagem de especiarias no porto de Tróia, estrategicamente localizado no estreito de Dardanelos, entre os mares Egeu e de Mármara. Os gregos, insatisfeitos, em ação pelo exército, destrói Tróia, tomando o controle sobre o comércio marítimo na região. 1250-1240 a.C.



Contrato de Unificação

Devido as guerras com outros povos da região, as doze tribos hebraicas assinam o contrato de unificação e elegem um único rei “Saul”. Isto, entre 1010-926 a.C. – Já entre 1006 e 966 a.C. observamos a consolidação da monarquia através do rei Davi, momento em que o reino se expande por toda a Palestina e Jerusalém é elevada à capital. Após o apogeu alcançado no reino de Salomão, entre 966 e 926 a.C. quando de sua morte, as tribos novamente se dividem, desta vês, nos reinos de Israel e de Judá – Evento conhecido como Cisma Hebreu. Enfraquecidos, em 586 a.C. os hebreus são dominados pelo exército do Império Babilônio.


http://www.academialetrasbrasil.org.br/histescrita.htm

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Foguete espacial

Um foguete espacial (português brasileiro) ou foguetão (português europeu) é uma máquina que se desloca expelindo atrás de si um fluxo de gás a alta velocidade. Por conservação da quantidade de movimento (massa multiplicada por velocidade), o foguete desloca-se no sentido contrário com velocidade tal que, multiplicada pela massa do foguete, o valor da quantidade de movimento é igual ao dos gases expelidos.




Por extensão, o veículo, geralmente espacial, que possui motor(es) de propulsão deste tipo é denominado foguete, foguetão ou míssil. Normalmente, o seu objectivo é enviar objectos (especialmente satélites artificiais e sondas espaciais) e/ou naves espaciais e homens ao espaço (veja atmosfera).



Um foguete é constituído por uma estrutura, um motor de propulsão por reacção e uma carga útil. A estrutura serve para albergar os tanques de combustível e oxidante (comburente) e a carga útil. Chama-se também "foguete" ao motor de propulsão apenas.



Existem várias formas de forçar os gases de escape para fora do foguete com energia suficiente para conseguir propulsionar o foguete para a frente (i.e., vários tipos de motor de foguete). O tipo mais comum, que inclui todos os foguetes espaciais que existem actualmente e que voaram até hoje, são os chamados foguetes químicos, que funcionam libertando a energia química contida no seu combustível através de processo de combustão. Estes foguetes necessitam de transportar também um comburente para fazer reagir com o combustível. Esta mistura de gases sobreaquecidos é depois expandida numa tubeira divergente, a tubeira de Laval também conhecida como tubo de Bell, por forma a direccionar o gás em expansão para trás, e assim conseguir propulsionar o foguete para a frente.



Existem no entanto outros tipos de motor, por exemplo os motores nucleares térmicos, que sobreaquecem um gás até altas temperaturas, bombardeando-o com neutrões provenientes do decaimento do seu combustível nuclear. Esse gás é depois expandido na tubeira tal como nos foguetes químicos. Estes tipo de foguete foi desenvolvido e testado nos Estados Unidos durante a década de 60 do século passado, mas nunca chegou a ser utilizado. Os gases expelidos por este tipo de foguete são radioactivos, o que desaconselha o seu uso dentro da atmosfera terrestre, mas podem ser utilizados fora dela. Este tipo de foguete tem a vantagem de permitir eficiências muito superiores às dos foguetes químicos convencionais, uma vez que permitem acelerar os gases de escape a velocidades muito superiores.



http://pt.wikipedia.org/wiki/Foguete_espacial

Peixes Abissais


A zona abissal é a região mais profunda dos oceanos, onde a luz solar é incapaz de chegar. Considerada o maior ecossistema do planeta, esta região localizada abaixo de 2 mil metros de profundidade cobre 60% da superfície do globo terrestre e abriga uma gama de criaturas nada convencionais.




Estes seres desenvolveram estratégias de sobrevivência sofisticadas para driblar as condições de frio, escuridão, pouca disponibilidade de alimentos e dificuldades quanto à reprodução (estima-se que, para cada fêmea sexualmente amadurecida existam de quinze a vinte machos).



Assim, algumas espécies de peixes abissais possuem, dentre suas excentricidades, a capacidade de apresentar luzes no próprio corpo, utilizadas para atração de parceiros e para encontrar e/ou atrair possíveis presas, visto que em razão de quase ausência de algas nestas profundidades, a maioria destes indivíduos apresenta hábitos carnívoros.



O Kryptophanaron, gênero de espécies caribenhas, apresenta uma cavidade sob os olhos que emite luzes; outras espécies têm uma forma de haste com um farol na ponta; o Pachystomias, (peixe-dragão) possui uma gama de células fosforescentes em seu comprimento.



Quanto à reprodução, estes seres desenvolveram certas estratégias, como a adotada pela espécie Gonostoma gracile, na qual o indivíduo amadurece sexualmente como macho em um ano e, no ano seguinte, como fêmea. Há vários outros exemplos, como o que ocorre na família dos Paralepidídeos, na qual os indivíduos são hermafroditos, podendo fecundar a si mesmos.



Como a disponibilidade de alimento é escassa, bocas gigantescas e estômagos maiores ainda permitem que estes seres se alimentem, muitas vezes, de indivíduos maiores que eles mesmos, garantindo fonte energética por um período de tempo maior.



Devido a estas adaptações, a aparência destes animais chega a ser bizarra!
 
 
http://www.mundoeducacao.com.br/biologia/peixes-abissais.htm

domingo, 1 de novembro de 2009

O que é o Surf?

O que é, em termos absolutos, o Surf? Filosoficamente qual é a definição para o acto de andar nas ondas? Quem souber a resposta que ponha o dedo no ar. Eu não faço a mínima ideia. Devo confessar que durante os quase vinte anos desde que me viciei no prazer das ondas que nunca pensei muito nisso, nunca me preocupou saber o que era o Surf. O simples prazer das horas, os milhões de segundos passados na água eram, foram sempre, razão e explicação suficiente. É claro que há as revistas, os livros, os filmes. Os recortes para forrar os dossiers, a necessidade de preencher os sonhos, os desenhos de ondas imaginárias, a curiosidade de saber mais, aprender mais. Mas isso não é o Surf, é apenas a humana predisposição para o conhecimento e será que pelo conhecimento, pela filosofia, podemos chegar à verdadeira essência do que é o Surf? Quantas revistas, quantas entrevistas, crónicas, ficções, quantas palavras são necessárias para uma verdadeira descrição do que é o Surf, a mais empírica, mais sensorial, mais corporal de todas as experiências? Melhor do que sexo. No meu Webster’s Dictionary Surf é noun the foam and swell of waves breaking on the shore. (origin unknown) A espuma e o movimento ondulante das ondas que quebram na costa. Origem desconhecida. Será esta uma descrição adequada? Estará, nesta palavra de origem desconhecida, contida a essência do que é o Surf? Ou o Surf é algo para lá das palavras? Tenho nas estantes uma colecção de centenas de revistas de Surf que guardo escrupulosamente, obcecadamente, desde os meus dez anos, será que nessas centenas de páginas, nesses milhares de fotografias, nesses milhões de palavras escritas em várias línguas diferentes, mas todas usando essa mesma palavra de origem desconhecida, será que na súmula de todos os livros e revistas que já li sobre Surf está O Surf? Nem mesmo Matt Warshaw e as 774 páginas da sua Encyclopedia of Surfing têm a resposta. E será que isso interessa? Quando a ideia deste blogue surgiu, em pleno boom da blogoesfera nacional, o primeiro sentimento que se me acometeu foi de pavor, um medo terrível de não saber o que escrever sobre Surf. Cheguei mesmo a deixar aqui o meu testemunho, e não estava brincar, de que um verdadeiro surfista não escreve porque todo o seu tempo deve ser passado na água e as palavras não são impermeáveis nem estanques. É por isso que o Surf só pode ser isso mesmo, uma palavra. Apenas uma sílaba formada por quatro letras, de origem desconhecida, que prenuncie um som que diz Surf. Nos últimos tempos este blogue assumiu o aspecto de autêntico fórum, em que tudo e mais uma coisa têm sido discutido, muitas vezes com a paixão e a irracionalidade de que só verdadeiros surfistas são capazes. Do que tenho lido há um elemento comum que me têm fascinado, existem tantas opiniões e visões do que é o Surf e de tudo o que ao Surf está associado como pessoas que comentam. Provavelmente a melhor descrição que podemos encontrar para o Surf é isso mesmo. O Surf é aquilo que cada surfista individualmente crê que o Surf é. E é perfeitamente justo que assim seja, porque da mesma maneira que não existem duas pessoas iguais, nem duas ondas iguais, como poderia o Surf ser uma só coisa. Surf é o milésimo de segundo de emoção que cada um de nós experimenta de cada vez que está em sintonia com a fugaz e singular energia de uma onda. Todos nós sabemos o que é mas nenhum de nós saberá explicar ao outro por palavras que este entenda. Como tudo na vida também a essência do Surf está perdida no turbilhão, no múltiplo caos da existência. É apropriado que assim seja porque tal como da vida também a origem do Surf está no sol, nas flutuações da radiação solar que atingem a nossa atmosfera, no princípio de tudo. O que fazemos neste blogue é escrever sobre a vida, sobre as nossas vidas e em cada palavra, cada frase, cada parágrafo esperamos que saia algo parecido com Surf. Cada um destes textos é apenas mais uma das milhões, talvez biliões, de hipótese possíveis para a definição dessa palavra de origem desconhecida que é o Surf. Será que isto é importante? Não. O importante é que hoje não surfei e por isso estive mais longe do princípio de tudo.

http://ondas.weblog.com.pt/arquivo/226202.html